terça-feira, 4 de outubro de 2011


Amor. De manhã. De tarde. Esta noite. Sempre amor. Raios do Sol iluminam seus olhos de diamantes. Seu sorriso faz chover em meus olhos. Seu cheiro entorpece minha mente desvairada. Enlouqueci de Amor. Meu vicio. Você. Minha alegria. Você. Você é o cheiro das flores da minha Primavera. Eu o amo. Você, sujeito essencial da minha oração.



domingo, 2 de outubro de 2011




 




Ontem o vento disse “vai”. Hoje ele diz “viu”.
O vento sempre acerta.

Nanoconto de Alex Sandro Maggioni Spindler


Para o amor, um banco de praça já basta. Ou ficar na frente do portão. Ou uma xícara de café. Amor mesmo é um filme de baixo orçamento.
(Desconheço autoria)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Pela janela vejo coisas. Pessoas. Céus. A música bonita dos passarinhos. Não vejo você. Mas...te sinto. Deveria parar com isso. Não consigo. Vou mudar. Prometo. Vou ser livre.  E um dia eu serei sua prisão assim como você foi a minha. Ai será tarde demais. Vou estar ocupada vivendo minha vida. Então se me ama, seja rápido. O seu tempo está acabando.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sinto saudades...


Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...

Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...

Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...

Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!

Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!

Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.

Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...

Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!

Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!

Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,

Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...

Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.

Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.

Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.

Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.

Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...

Clarice Lispector

quarta-feira, 3 de agosto de 2011


E naquele momento meu coração sangrou. Não sei o que era, mas não haviam lagrimas escorridas. A coisa era interna. A chuva caiu mais forte, parecia até que queria fazer trilha sonora para a minha decepção...E para piorar no telefone um passado vem me perturbar.Eu juro que queria dizer outras coisas. Mas não consegui. Não era pra ser. Talvez não era. Eu só queria saber o motivo disso tudo, eu só queria saber se irá valer a pena, tantas estações sofridas.Agora sinto algo inexplicável, uma coisa vaga, doída, uma coisa ferida, sensação horrível, eu só queria chorar.Já ouvir dizer que é só uma fase. Que vai passar. Eu não acredito nisso. No final esses rastros infelizes sempre ficarão vagando aqui. Nesses últimos 215 dias tanta coisa se passou, tantas pessoas...tantos sorrisos acabados em saudade.

Bi. F